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CIÊNCIA ID:

Gonçalo Matos Ramos

Grupo de investigação:

e-mail | goncalocbr@gmail.com

 

Gonçalo M. Ramos nasce em Lisboa, em 1991. Presentemente, desempenha as funções de Professor Auxiliar Convidado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, sendo responsável pela leccionação das disciplinas de História do Islão Medieval, História Medieval (Economia e Sociedade) e Introdução à Historiografia. É, desde 2012, investigador do Centro de História da Universidade de Lisboa. Doutor em História (2024) pela mesma Faculdade, com uma tese que versou a presença portuguesa no Magrebe Ocidental, entre 1415 e 1521, financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), orientada pelo Professor Doutor Hermenegildo Fernandes (FLUL) e pelo Professor Christophe Picard (Université de Paris I – Panthéon Sorbonne), a qual foi aprovada com Distinção e Louvor, por unanimidade. Em 2014, obteve o grau de Mestre em História do Mediterrâneo Islâmico e Medieval pela mesma instituição, com uma tese que estudou a sociedade de fronteira na diocese de Coimbra nos séculos XI-XII: contou com a orientação do Professor Doutor Hermenegildo Fernandes, bem como com a classificação final de 19 valores. Em 2012, tinha-se licenciado em História (FLUL), com uma média final de 18 valores. Ao longo do seu percurso académico, obteve responsabilidades lectivas (2017/2018 e 2018/2019) na área de História do Islão; foram-lhe atribuídas bolsas de mérito académico pela Universidade de Lisboa, por desempenho escolar excepcional (2011, 2012, 2013, 2014), bem como de investigação (2012 e 2016, respectivamente pela UL e pela Association for the Study of the Middle East and Africa); apresentou comunicações nacionais (Lisboa, Porto, Évora) e internacionais (Ceuta, Madrid, Leeds, Catânia, Washington DC, Barcelona, Alicante, Paris, Durham, Montreal), e publicou artigos da sua especialidade em revistas e colectâneas nacionais e internacionais. Os seus interesses de investigação concentram-se nas relações entre cristãos e muçulmanos no Magrebe Ocidental, na longue-durée (sécs. XI-XVI), com particular enfoque na constituição de sociedades de fronteira, e em teoria da história e da historiografia, com especial atenção à escrita da História, ao estudo do devir histórico e às Digital Humanities.